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COP30: Uma vida dedicada às águas trará ao mundo a solução para o futuro do hidrogênio

Redator Por Redator
22 de dezembro de 2025
Em Belém, Cidades
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Quase 5 décadas de dedicação às águas guiaram um brasileiro, Ernani Paciornik, para uma solução inédita no mundo: o projeto JAQ Hidrogênio, com a missão de produzir embarcações de exploração movidas 100% a hidrogênio, projetadas como laboratórios flutuantes para pesquisa científica, educação ambiental e desenvolvimento comunitário nos biomas. O primeiro barco, o JAQ H1, 100% brasileiro, de 36 metros, representa a primeira fase do projeto. Será apresentado na conferência global, a COP30, em novembro, em Belém, com a sua hotelaria em operação por hidrogênio.

Outubro, 2025 – No final da década de 70, o empresário curitibano Ernani Paciornik planejava expandir a sua pequena gráfica e adquirir uma nova impressora. No entanto, ao invés de retornar com o equipamento, voltou com um veleiro. Essa decisão, aparentemente impulsiva, marcou o início de uma trajetória que, quase cinco décadas depois, culminaria na criação de um projeto inédito no mundo com o seguinte foco: produzir grandes barcos de exploração autossuficientes, movidos a hidrogênio verde. A primeira etapa do projeto JAQ HIDROGÊNIO será apresentada na COP30. No dia 9 de novembro de 2025, em Belém, o barco JAQ H1 será lançado com as suas operações (a hotelaria) utilizando o poder da molécula. Será um laboratório flutuante avançado dedicado à pesquisa científica, educação ambiental e desenvolvimento comunitário nos biomas brasileiros.

A história de Ernani Paciornik é a de um homem cuja vida tem sido, desde o início, guiada por uma vontade interna que sempre apontou para a água. A sua relação por meio da vela, da navegação e de atividades como mergulho para desbravar culturas e os biomas brasileiros sempre o fascinou. Tanto que antes do veleiro, a primeira embarcação adquirida, em 1967, aos 13 anos, mais quebrava do que navegava.

“Acho que minha vontade de estar no mar nasceu da teimosia de fazer meu primeiro barco funcionar”, reflete ele, revelando a tenacidade que se tornaria a sua marca registrada.

Essa teimosia se transformou em propósito. Antes de se tornar “o rei dos mares”, como ele, inclusive, não gosta de ser chamado, mas reconhece pelo papel que exerce e por ser referência no setor náutico, Paciornik já demonstrava uma consciência ambiental à frente de seu tempo. No início de sua carreira, em 1981, começou a escrever uma coluna sobre ecologia em sua recém lançada “Revista Mar”, que se transformou em Revista Náutica e, atualmente, é líder em comunicação especializada no setor. Na época, ele possuía a ferramenta para transformar a conscientização em cultura.

Seu ativismo se aprofundou com o tempo. Ele se envolveu em causas emblemáticas, como as campanhas pela limpeza e navegabilidade de um dos rios mais poluídos do país, o Tietê, e apoiou a fundação de movimentos de conservação como o SOS Mata Atlântica.

Em 1998, em uma parceria que uniu o propósito à genialidade da arte brasileira, ele procurou o icônico cartunista Ziraldo (in memoriam). Juntos, criaram a campanha “Só jogue no mar o que o peixe pode comer”. A iniciativa foi um sucesso estrondoso, distribuindo mais de 170 mil peças por ano em locais como Angra dos Reis e gravando na consciência de uma geração a mensagem da preservação marinha através do traço inconfundível do criador do “Menino Maluquinho”. “Ziraldo vibrava com a campanha. Todo mundo gostava de ter o adesivo no barco”, recorda Ernani sobre a aliança que levou a educação ambiental para o coração da cultura náutica.

Enquanto semeava a consciência ecológica, ele construía, em paralelo, outros pilares de um setor. Com a criação dos eventos Boat Shows, Paciornik fomentou um mercado e estabeleceu uma vitrine para toda a uma indústria; ele democratizou o acesso às águas, desafiando o paradigma de que a náutica é um universo restrito a poucos. Ele conectou consumidores e indústria, fortaleceu a produção nacional e, acima de tudo, compartilhou a sua paixão com milhares de brasileiros.

Paciornik percebeu, contudo, que barcos e compradores não bastavam. Em suas inúmeras jornadas de explorações aos biomas brasileiros e conhecendo as comunidades ribeirinhas, entendeu que era fundamental a acessibilidade para fomentar o turismo náutico. Ele investiu na base: trazer modernas tecnologias de infraestrutura náutica ao país e incentivar regiões a desenvolverem acessos a embarcações as quais são, em suas palavras, “o motor, o catalisador do mercado”.

Foi a confluência de todas essas jornadas — o explorador, o ativista, o visionário, o empreendedor, o comunicador e o apaixonado pelas águas e pelos biomas brasileiros — que o levou à sua busca mais recente. Após décadas dedicadas a aproximar as pessoas das águas, a pergunta era: como navegar de forma verdadeiramente consciente? A resposta começou a tomar forma em suas análises do mercado marítimo e ao observar, na região de Angra dos Reis, deslocamentos de embarcações para exploração em plataformas de petróleo. Foi quando ele passou a pesquisar como usar embarcações para contribuir com o planeta e com economia, sem impactos negativos ao meio ambiente e, quem sabe, que pudesse utilizar a própria água como combustível: a economia do mar.

Dessa forma, decidiu adquirir uma dessas embarcações da categoria, utilizadas em plataformas de petróleo, em 2020, para entender as suas particularidades técnicas.

A partir daí a visão começou a tomar forma real quando teve a oportunidade de acompanhar uma comitiva de cientistas e tecnólogos internacionais que estudavam o uso do hidrogênio. A ideia se materializou e foi então que criou a nova missão de vida: desenvolver embarcações movidas a hidrogênio verde.

Longe de ser um esforço solitário, Paciornik orquestrou uma aliança com visionários, unindo a expertise científica do Parque Tecnológico de Itaipu, a potência industrial da GWM, a relevância de ações sustentáveis e de consumo da Heineken e do Café Orfeu, a excelência em design brasileiro da Artefacto e a engenharia da MAN.

Nasceu assim o JAQ Hidrogênio, e com ele, a embarcação JAQ H1, de 36 metros, que será apresentada ao vivo para o mundo na COP30, em Belém. Além de um avanço e inovação tecnológica, será a personificação da jornada de um homem. A embarcação, projetada para ser um laboratório flutuante de pesquisa e educação nos biomas do Brasil, é a síntese da vida de Ernani Paciornik: a teimosia do jovem consertando o seu primeiro barco, a convicção do ativista lutando por rios limpos, a criatividade do comunicador e a visão do empreendedor que construiu um setor.

A bússola que um dia o fez trocar uma máquina por um barco agora aponta para um horizonte onde a navegação coexiste com a natureza e a serve ativamente. Durante a COP30, haverá o anúncio das fases do projeto JAQ Hidrogênio, e que culminará em 2027 com o sucessor, o JAQ H2, de 50 metros, 100% autossuficiente e que produzirá seu próprio hidrogênio a partir da água salgada. Para Ernani, este é o início de um novo capítulo da história de amor e de respeito pelas águas.

Sobre o Grupo Náutica

Com mais de 40 anos de mercado, o Grupo Náutica traz soluções em inovação, sustentabilidade, infraestrutura, eventos e comunicação na área náutica. É formado pela Revista Náutica (www.nautica.com.br), pioneira e líder no setor; o Boat Show, mais importante salão náutico da América Latina com as edições de São Paulo, Itajaí, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Foz do Iguaçu; a Metalu, maior fabricante de píeres e passarelas em alumínio do mundo; a SF Marina, especialista global em docas flutuantes de concreto e quebra-mares para marinas, portos e orlas marítimas; e o JAQ Hidrogênio, com projetos inovadores focados em pesquisas e sustentabilidade. O grupo também se preocupa com as questões sociais e é detentora das ações “Só Jogue na Água o que Peixe pode Comer”, assinada pelo cartunista Ziraldo, e “Por Uma Cidade Navegável”, que busca a navegação em lugares inimagináveis, assim como desenvolve os principais Guias de Turismo Náutico do país.

Tags: Cop30
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